Sem mais palavras.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Primeira música de Hand Cannot Erase - First Regret / 3 Years Old
Acaba de ser publicada a primeira faixa do álbum Hand Cannot Erase - First Regret / 3 Years Older. Pode ouvir-se aqui:
Sem mais palavras.
Sem mais palavras.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Recentemente um espectro tem-nos assombrado...
Surgiu mais um vídeo de promoção ao próximo álbum, que será posto à venda dentro de duas semanas, revelando o conteúdo físico da edição de luxo de Hand . Cannot . Erase. Sabia que teria um preço proibitivo, mas passou-me pela cabeça averiguar o seu valor e... mas quando fui ver: ESGOTADO! Vale a pena ver o vídeo. O design e o conteúdo tem surpresas muito interessantes.
Steven Wilson dá realmente muita importância a todo o pacote que envolve a produção de um álbum. Tenta manter o culto em redor à componente física - vinil, livro, caixa... -, indo muito além da criação da música, resistindo à sua mera digitalização. É pena a maioria de nós não ter possibilidades de obter uma obra de arte como esta edição de luxo, contudo, a boa notícia, é que pelo o que observo no vídeo de promoção, boa parte do seu conteúdo escrito encontra-se no site viral Hand Cannot Erase, que li há dias e continua a ser actualizado.
![]() |
| "Yesterday I found an old notebook of stories and poems I wrote when I was 9 or 10 years old" |
Trata-se de um álbum conceptual, isto é, que tem um tema, neste caso, conta do início ao fim uma história. A história de uma mulher que se vai isolando, tornando-se progressivamente alheada do mundo, até que ninguém parece dar pela sua falta. Ponto importante na história é o surgimento de uma irmã da personagem principal, tornando-se grandes amigas, mas que se separam poucos meses depois de se conhecerem, e que a marca profundamente. Esta relação é, segundo esta crítica antecipada, elemento preponderante na história do álbum. A minha leitura dos posts no site viral apontam para o mesmo.
![]() |
| "Where do you go if you don’t belong anywhere? If I wanted to run away then why come to the city?" |
Por tudo o que já vi e ouvi sobre o próximo álbum a solo de Steven Wilson, para uma boa compreensão do conceito romantizado, recomendo a leitura do blog. Há situações da história que não revelei para não estragar o efeito surpresa. Boa leitura.
http://handcannoterase.com/
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Old Man of the Sea
"The ghosts of Pripyat", albúm de Steve Rothery, guitarrista dos Marillion, foi lançado no ano de 2014. O disco, que por cá passou naturalmente despercebido, é uma obra prima do melhor rock instrumental que já me passou pelos ouvidos. Um hino ao estilo a que muitos gostam de chamar "post-prog" mas que prefiro deixar livre de rótulos, amplo e eclético nas suas magníficas formas de expressão.
"The ghosts of Pripyat", disco que evoca a antiga cidade modelo soviética, abandonada na sequência do trágico acidente de Chernobyl, em Abril de 1984, é constituído por sete magníficas faixas, cada uma com o seu ambiente próprio, o seu som característico. A marcá-las estão alguns músicos de excelência que Rothery convidou para participarem no seu disco. Steve Hackett participa em "Morpheus" e "Old Man of the Sea". Steven Wilson, que havia marcado presença em duas faixas de "Genesis Revisited II", um recente trabalho de Hackett que revisita alguns dos mais brilhantes temas da banda, toca na segunda faixa referida.
Há discos que merecem ser ouvidos muitas vezes, de olhos fechados e em silêncio profundo. Exterior e interior. "The ghosts of Pripyat" é sem dúvida um deles. Não há de resto melhor forma de enfrentar os fantasmas. Os nossos e os do nosso mundo.
"The ghosts of Pripyat", disco que evoca a antiga cidade modelo soviética, abandonada na sequência do trágico acidente de Chernobyl, em Abril de 1984, é constituído por sete magníficas faixas, cada uma com o seu ambiente próprio, o seu som característico. A marcá-las estão alguns músicos de excelência que Rothery convidou para participarem no seu disco. Steve Hackett participa em "Morpheus" e "Old Man of the Sea". Steven Wilson, que havia marcado presença em duas faixas de "Genesis Revisited II", um recente trabalho de Hackett que revisita alguns dos mais brilhantes temas da banda, toca na segunda faixa referida.
Há discos que merecem ser ouvidos muitas vezes, de olhos fechados e em silêncio profundo. Exterior e interior. "The ghosts of Pripyat" é sem dúvida um deles. Não há de resto melhor forma de enfrentar os fantasmas. Os nossos e os do nosso mundo.
Etiquetas:
guitarra,
Steve Hackett,
Steve Rothery,
The ghosts of Prypiat
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
"Hand. Cannot. Erase."
When I was 13 I had a sister for 6 months.She arrived one February morning, pale and shellshocked, from past lives I could not imagine. She was 3 years older than me, but in no time we became friends.
We’d listen to her mix tapes; Dead Can Dance, Felt, This Mortal Coil…
She introduced me to her favourite books, gave me clothes, and my first cigarette.
Sometimes we would head down to Blackbirds moor to watch the barges on Grand Union in the twilight.
She said “The water has no memory”.
For a few months everything about our lives was perfect.
It was only us, we were inseparable.
Later that year my parents separated and my sister was rehoused with a family in Dollis Hill.
For a month I wanted to die and missed her every day.
But gradually she passed into another distant part of my memory.
Until I could no longer remember her face, her voice, even her name.
We’d listen to her mix tapes; Dead Can Dance, Felt, This Mortal Coil…
She introduced me to her favourite books, gave me clothes, and my first cigarette.
Sometimes we would head down to Blackbirds moor to watch the barges on Grand Union in the twilight.
She said “The water has no memory”.
For a few months everything about our lives was perfect.
It was only us, we were inseparable.
Later that year my parents separated and my sister was rehoused with a family in Dollis Hill.
For a month I wanted to die and missed her every day.
But gradually she passed into another distant part of my memory.
Until I could no longer remember her face, her voice, even her name.
Quando em Janeiro de 2006 Steven Wilson lançou o albúm "Loss", do seu projecto "Bass Communion", dava à fiel comunidade de fãs do universo wilsoniano a notícia de que o tema da perda passaria a afirmar-se como elemento omnipresente nos discos que gravaria daí em diante, quer a solo, quer nos vários projectos em que participou e participa (Porcupine Tree, No Man, Blackfield, etc.). Wilson tinha então uma idade muito próxima daquela que tenho hoje, em acelerada aproximação dos 40.
![]() |
| Steven Wilson. Fotografia. |
A ideia de perda volta a manifestar-se com evidente centralidade em "Hand. Cannot. Erase.", o seu quarto disco a solo que é lançado no final deste mês. O albúm conta a história de uma mulher solitária que vive numa grande cidade, e que certo dia desaparece sem que ninguém dê pela sua falta. Uma re-elaboração de "Luminol", a poderosa faixa que abre "The raven that refused to sing (and other stories)", disco que tem na ideia, no sentimento e na vivência da perda o seu elemento estruturante mais forte.
De "Hand. Cannot. Erase." conhecem-se já alguns pormenores e, oficialmente, "Perfect life", a quarta faixa do alinhamento. A personagem central da história do disco fala-nos suavemente aos ouvidos, contando a história do seu encontro e da sua vida com a irmã (nova re-elaboração de um tema do disco anterior, a faixa homónima "The raven that refused to sing"). Uma vida "perfeita" que, temo bem, se vá perdendo ao longo da narrativa, e que culmina com o desaparecimento (ignorado pelo mundo) da mulher.
O tempo voa, foge, Wilson escreveu sobre o fenómeno em "Time Flies", faixa dos Porcupine Tree do disco "The incident". Nela, uma vez mais, a ideia de uma vida perfeita, uma idade de ouro e um tempo antigo, estilhaçado pelo tempo e pelos indicidentes da vida ("I was born in '67/The year of Sgt. Pepper/And Are You Experienced?/Into a suburb of heaven/Yeah, it should've been forever/It all seems to make so much sense"...). A perda é uma circunstância da vida, não há coleccionismo que a resolva. "Index", tema incluído no albúm "Grace for Drowning", refere-o de forma sublime.
A expectativa é grande, enorme. "Hand. Cannot. Erase" poderá ser em definitivo a afirmação de Wilson como um compositor de primeírissima água, um escritor de obras sonoras com princípio, meio e fim - albúns conceptuais reflectidos e bem escritos - capazes de abordar com assinalável profundidade filosófica o mundo que as gera. Wilson é, nesse sentido, um verdadeiro compositor "de intervenção".
Para quando uma banda sonora, Senhor Wilson?
Etiquetas:
grandes cidades,
handcannoterase,
perda,
solidão,
trabalho a solo
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Música triste que me faz feliz.
Há semanas atrás um amigo disse-me, de sorriso meio constrangido no rosto, "tu gostas de música para ficar triste". E eu, que não tenho por hábito ignorar o que me dizem, especialmente quando o que me dizem se baseia em contacto directo comigo, fiquei a pensar naquilo.
Não creio que goste de "música para ficar trite", sobretudo porque a tristeza não me traz felicidade, o senhor La Palice não diria melhor. Coisa diferente seria dizer "gostas de música triste". Nesse caso confirmaria sem hesitar. A música de que gosto é em regra melancólica, pausada, panorâmica, por vezes arrastada. A "tristeza" que a caracteriza pode estar nas palavras, nas notas, no ritmo e na sua combinação, total ou parcial. Quando a oiço sinto-me em paz. E a paz é uma certa forma de felicidade.
De resto a minha opinião sobre este tema da música "triste" confunde-se com aquela que o Sr. Steven Wilson exprimiu de forma absolutamente clara no documentário gravado na altura em que saiu o seu (grande) disco "Insurgentes".
A música "alegre" parece-me fundamentalmente despida de conteúdo e de alma, de verdadeira sintonia com a música que temos dentro de nós. E se por vezes é necessário fazer a música exterior puxar pela música interior, a tendência que me faz mais sentido é harmonizá-las. Creio por outro lado que a harmonia é uma quimera, tal como a liberdade, por exemplo. Em todo o caso, os pequenos momentos em que me sinto mais próximo dela acontecem quase sempre ao som de música "triste" (a que prefiro chamar melancólica).
Não creio que goste de "música para ficar trite", sobretudo porque a tristeza não me traz felicidade, o senhor La Palice não diria melhor. Coisa diferente seria dizer "gostas de música triste". Nesse caso confirmaria sem hesitar. A música de que gosto é em regra melancólica, pausada, panorâmica, por vezes arrastada. A "tristeza" que a caracteriza pode estar nas palavras, nas notas, no ritmo e na sua combinação, total ou parcial. Quando a oiço sinto-me em paz. E a paz é uma certa forma de felicidade.
De resto a minha opinião sobre este tema da música "triste" confunde-se com aquela que o Sr. Steven Wilson exprimiu de forma absolutamente clara no documentário gravado na altura em que saiu o seu (grande) disco "Insurgentes".
A música "alegre" parece-me fundamentalmente despida de conteúdo e de alma, de verdadeira sintonia com a música que temos dentro de nós. E se por vezes é necessário fazer a música exterior puxar pela música interior, a tendência que me faz mais sentido é harmonizá-las. Creio por outro lado que a harmonia é uma quimera, tal como a liberdade, por exemplo. Em todo o caso, os pequenos momentos em que me sinto mais próximo dela acontecem quase sempre ao som de música "triste" (a que prefiro chamar melancólica).
Etiquetas:
Insurgentes,
música melancólica,
trabalho a solo
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Index.
"Index" é uma das canções mais enigmáticas de "Grace For Drowning", segundo disco a solo de Steven Wilson. Já a ouvi, nas versões de estúdio e ao vivo, dezenas de vezes. Sei a letra de memória mas creio sinceramente que nunca a tinha compreendido até esta manhã, quando na viagem de comboio entre Algés e o Cais do Sodré passei os olhos pelas páginas 167 e 168 de "Entre os vândalos: o futebol e a violência", de Bill Buford.
Transcrevo:
O texto continua. São duas páginas de auto acusatório ao homem resignado, quieto (ainda que se mova), padrozinado, metido - pela força do conformismo - dentro das fronteiras da matriz. Caramba, é disto que fala "Index". O tema é recorrente na obra de Steven Wilson, mas apenas esta manhã, ao ler um texto sobre a violência e a transgressão, encontrei a explicação detalhada e explicita da canção que não tinha ainda decifrado.
Para quem ainda não conhece, "Index", de Steven Wilson [versões de estúdio e ao vivo]:
Transcrevo:
"O nosso dia-a-dia consiste de padrões de conduta que nos mantêm intactos. O meu lugar numa sociedade civilizada, o meu lugar enquanto cidadão, deriva de um arranjo de acordos e rotinas. O meu dia-a-dia encontra-se fortemente padrozinado: acordo, mijo, como, (...). Tenho uma casa, um abrigo. Deixo-a de manhã e regresso ao fim da tarde: e ali está o meu abrigo, um dado material que não se limita a proporcionar-me tranquilidade; o facto de ser um espaço familiar reforça o meu eu. (...) Sou um coleccionador, um coleccionador básico e não um coleccionador refinado: as minhas fotografias, as minhas roupas, os meus móveis (dispostos de uma determinado maneira), a minha biblioteca (organizada de uma determinada maneira), os meus amigos e os meus entes queridos (organizados de uma determinada maneira), a ideia que tenho da minha vida, de uma vida que se foi tornando amena e confortável devido a hábitos regulares, os meus jornais, o meu trabalho, a ideia que tenho de mim. Rodeio-me de coisas, apoio-me em adereços, encho o meu espaço de coisas: personalizo o meu espaço; torno-o íntimo; torno-o meu."
O texto continua. São duas páginas de auto acusatório ao homem resignado, quieto (ainda que se mova), padrozinado, metido - pela força do conformismo - dentro das fronteiras da matriz. Caramba, é disto que fala "Index". O tema é recorrente na obra de Steven Wilson, mas apenas esta manhã, ao ler um texto sobre a violência e a transgressão, encontrei a explicação detalhada e explicita da canção que não tinha ainda decifrado.
Para quem ainda não conhece, "Index", de Steven Wilson [versões de estúdio e ao vivo]:
Etiquetas:
Grace For Drowning,
index,
solidão,
trabalho a solo
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Perceberá o senhor Wilson o brilhantismo da sua música?
O Steven Wilson é um grande músico. Um músico que respeita e expressa o significado integral da palavra, do conceito. Se me pedissem para definir o que é ser "músico" eu responderia com duas palavras: Steven Wilson.
Naturalmente que a música não começou com o Steven Wilson nem morrerá com o fim dos seus projectos, mas nem Mozart nem Shostakovich foram músicos; para aquilo que foram e são não há ainda uma definição acabada e duvido que alguém a termine. Já o Steven Wilson é, para mim, "o músico" do nosso tempo, aquele que - de entre aqueles que conheço - melhor corporiza os aspectos essenciais da criação, interpretação e partilha no domínio específico da arte dos sons.
O problema é que creio que há no seu trajecto um respeito tão avassalador pela música que este (respeito) não raras vezes a ultrapassa a ela (música), deixando entre os dois um espaço por preencher que o próprio Steven parece não querer desbravar.
Depois de tanto ouvir os seus álbuns próprios, os discos dos Porcupine Tree (incluindo os apócrifos), dos No Man, dos Blackfield e da restante lista de infindáveis projectos em que se viu envolvido o senhor Wilson apercebo-me de algo que é de certa forma triste: o Steven não percebe, não alcança, a dimensão do brilhantismo da sua música, não sei se por um excesso de modéstia. É que se tudo no seu discurso parece apontar para o domínio da razão sobre a música, tudo na sua criação desvela o contrário: o domínio da música sobre a razão.
Querem ver?
Naturalmente que a música não começou com o Steven Wilson nem morrerá com o fim dos seus projectos, mas nem Mozart nem Shostakovich foram músicos; para aquilo que foram e são não há ainda uma definição acabada e duvido que alguém a termine. Já o Steven Wilson é, para mim, "o músico" do nosso tempo, aquele que - de entre aqueles que conheço - melhor corporiza os aspectos essenciais da criação, interpretação e partilha no domínio específico da arte dos sons.
O problema é que creio que há no seu trajecto um respeito tão avassalador pela música que este (respeito) não raras vezes a ultrapassa a ela (música), deixando entre os dois um espaço por preencher que o próprio Steven parece não querer desbravar.
Depois de tanto ouvir os seus álbuns próprios, os discos dos Porcupine Tree (incluindo os apócrifos), dos No Man, dos Blackfield e da restante lista de infindáveis projectos em que se viu envolvido o senhor Wilson apercebo-me de algo que é de certa forma triste: o Steven não percebe, não alcança, a dimensão do brilhantismo da sua música, não sei se por um excesso de modéstia. É que se tudo no seu discurso parece apontar para o domínio da razão sobre a música, tudo na sua criação desvela o contrário: o domínio da música sobre a razão.
Querem ver?
Etiquetas:
The Raven That Refused To Sing,
trabalho a solo
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Falar de Música e não tanto sobre a vida dos músicos
No geral interessa-me pouco as entrevistas com músicos de pop ou rock, a maioria delas focam-se na vida dos músicos ou no que sentem em relação ao novo material, e raramente aprofundam assuntos como o processo e técnicas de composição das músicas. Não pretendo dizer que a vida e os sentimentos do artista não tenham interesse até para se compreender a música e todo um contexto relativo à criação e a interpretação das obras, contudo é uma pena que raramente se comente a obra noutras abordagens.
Aqui está um exemplo de uma entrevista com uma diferente abordagem, semelhante àquela que sinto falta que haja mais. Penso que se torna interessante para qualquer pessoa, mesmo que não tenha formação musical, perceber como surge determinado riff de guitarra ou a escolha do compasso. Nada como meter nas mãos do compositor o instrumento de referência e fazê-lo falar.
- You've written that in 5/8!
- Yeah?! Whatever!
A segunda parte da entrevista, aqui.
Adenda: Steven Wilson and Guthrie Govan talk about their touring gear
quarta-feira, 27 de março de 2013
Significant Other
Encruzilhada. Crossroads, [cruzamento] em inglês. Termo usado para simbolizar uma situação de decisão delicada e determinante. Voltar atrás, ao contrário de um precipício, não é solução...
Pullin' back from the precipice
Feel so small now, stars shine bright above
...mas, fica-nos igualmente mais vivo tudo o que nos rodeia. Reavalia-se o valor da vida e contempla-se o meio, por exemplo, a beleza nesta música que...
Passin' through the day, only child
Breathe a sigh, other leads apply
...ao som da guitarra que vai shoegando a angelical melodia faz um incompatível contraste tal como a situação que dá lugar à encruzilhada. Amizade, o valor em contemplação; distorcida pelas guitarras, resta decidir se chegou a hora de deixar a distorção abafar a bela melodia, o inverso, ou fazer fade out.
Raining all day, trying to reach you
Feel so helpless, can't stop counting time (but in)
Don't know why, hands (something) stealin' my heart
Graceful dives', other leads apply* (rain down from the sky) [*]
Subscrever:
Mensagens (Atom)


