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terça-feira, 8 de março de 2016
Steven Wilson, 4 1/2 e algo mais.
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4 1/2,
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trabalho a solo
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
"Vermillioncore"
A câmara instalada na bateria de Craig Blundell gravou o soundcheck em Moscovo e o baterista que vem acompanhando Steven Wilson nos espectáculos ao vivo das últimas digressões divulgou o vídeo que partilhamos. Não deixem de ver...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
"4 1/2"
"4 1/2" (four and a half, ou quatro e meio, em português) é o mais recente disco de Steven Wilson. O disco saiu em Janeiro de 2016 e inclui seis faixas que retomam temas caros a Wilson e à leitura do mundo a que tem dado voz ao longo de uma carreira vária, competente, versátil e de respeito profundo e assumido pela música.
"[...] Under neon lights she walks home
Back to her apartment, oh a safe way
Harbored when she locks the door she could slip away [...]" [em "My book of regrets"]
"[...] I'm tired of burning up the time at my PC
I only end up downloading the same old pornography
The same old scene [...]"
[em "Hapiness III"]
Quatro das seis faixas surgiram durante a gravação dos terceiro e quarto discos a solo de Wilson, o que aliás não é difícil de compreender através da sonoridade e das palavras de canções como "My book of regrets" ou "Hapiness III". Já "Don't hate me", canção originalmente gravada para o disco "Stupid Dream" [1999], dos Porcupine Tree, surge com novos arranjos e uma abordagem mais individual, intimista e melancólica, o que de resto não surpreenderá os fãs mais atentos do senhor Wilson.
Não admira que, em jeito de provocação confessada, Wilson tenha associado ao seu quinto disco a solo a ideia de um "meio-disco", género de EP a que dão corpo músicas suficientemente boas para serem partilhadas mas que no momento da decisão foram deixadas de fora de verdadeiras obras primas como são "Hand.Cannot.Erase" e, em especial", "The raven that refused to sing (and other stories)".
Em "4 1/2" Wilson inclui três faixas instrumentais nas quais o elemento progressivo é particularmente saliente, sempre combinado com as influências - suas e dos músicos a quem se juntou [Adam Holzman, Nick Beggs, Guthrie Govan, Dave Kilminster, Craig Blundell, Marco Minnemann, Chad Wackerman e Theo Travis] - jazzistas, metal, ambiente e por vezes pop que transformam as suas composições em enigmas verdadeiramente desconcertantes para o ouvido menos treinado. Oiça-se "Vermillioncore" para compreender aquilo a que me refiro.
Faixas:
1. My book of regrets (9:23)
2. Year of the Plague (4:15)
3. Hapiness III (4:31)
4. Sunday rain sets in (4:31)
5. Vermillioncore (5:09)
6. Don't hate me (9:34)
[o álbum no Youtube]
[imagens: Lasse Hoile]
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