segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Blackfield V

Já é possível fazer a pré-encomenda do 5º álbum de originais dos Blackfield. De acordo com a página oficial da banda no facebook, o disco conta com 13 canções e cerca de 45 minutos de música centrada no aquático tema dos oceanos.

A Kscope publicou entretanto um "trailer" de aproximadamente 1 minuto, com fotografias da fase de produção e excertos de algumas canções.


domingo, 26 de junho de 2016

John Wesley na digressão norte-americana de Steven Wilson

John Wesley, o quinto elemento "não oficial" dos Porcupine Tree, acompanhará Steven Wilson em algumas datas da sua tour em nome próprio na América do Norte. As datas em questão são as seguintes:

Nov 17 - Center Stage - The Loft - Vinyl, Atlanta, GA
Nov 18 - The Plaza Live, Orlando, FL
Nov 19 - State Theatre Saint Petersburg, Tampa/St Pete, FL
Nov 20 - culture room, Fort Lauderdale, FL


segunda-feira, 23 de maio de 2016

"Back to the drawing board! Starting to write for SW5..."


No facebook, Steven Wilson publicou junto a esta foto o seguinte comentário:
Here's a photo I posted earlier on my Instagram feed - yes folks, that's me in my home studio, about to focus all my energies on writing what will eventually be SW5 (I sure hope I can think of a better title than that when the time comes (-;) You can see in the photo that I'm not yet sure where the music or words will take me, but certainly somewhere different, let's find out...

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Steven Wilson no Instagram

Há poucas semanas que podemos seguir Steven Wilson no seu Instagram - stevenwilsonhq.

As fotos têm vindo a surpreender-me pelo espectro de gosto que vai entre o parolo e o fantástico! Surpreende, ou não fosse este o artista que destruía iPods e as frequente na sua obra faz crítica social relativamente à tecnologia e redes sociais. Seguir a página de Instagram de Steven Wilson faz-nos sorrir.

Este é o dia certo para promover a página dele no Instagram, ou não tivesse hoje, juntamente com Nick Beggs, feito o meu dia.



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

"Vermillioncore"

A câmara instalada na bateria de Craig Blundell gravou o soundcheck em Moscovo e o baterista que vem acompanhando Steven Wilson nos espectáculos ao vivo das últimas digressões divulgou o vídeo que partilhamos. Não deixem de ver...



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

"4 1/2"


"4 1/2" (four and a half, ou quatro e meio, em português) é o mais recente disco de Steven Wilson. O disco saiu em Janeiro de 2016 e inclui seis faixas que retomam temas caros a Wilson e à leitura do mundo a que tem dado voz ao longo de uma carreira vária, competente, versátil e de respeito profundo e assumido pela música.
"[...] Under neon lights she walks home
Back to her apartment, oh a safe way
Harbored when she locks the door she could slip away [...]" [em "My book of regrets"]

"[...] I'm tired of burning up the time at my PC
I only end up downloading the same old pornography
The same old scene [...]"
[em "Hapiness III"]

Quatro das seis faixas surgiram durante a gravação dos terceiro e quarto discos a solo de Wilson, o que aliás não é difícil de compreender através da sonoridade e das palavras de canções como "My book of regrets" ou "Hapiness III". Já "Don't hate me", canção originalmente gravada para o disco "Stupid Dream" [1999], dos Porcupine Tree, surge com novos arranjos e uma abordagem mais individual, intimista e melancólica, o que de resto não surpreenderá os fãs mais atentos do senhor Wilson.

Não admira que, em jeito de provocação confessada, Wilson tenha associado ao seu quinto disco a solo a ideia de um "meio-disco", género de EP a que dão corpo músicas suficientemente boas para serem partilhadas mas que no momento da decisão foram deixadas de fora de verdadeiras obras primas como são "Hand.Cannot.Erase" e, em especial", "The raven that refused to sing (and other stories)".

Em "4 1/2" Wilson inclui três faixas instrumentais nas quais o elemento progressivo é particularmente saliente, sempre combinado com as influências - suas e dos músicos a quem se juntou [Adam Holzman, Nick Beggs, Guthrie Govan, Dave Kilminster, Craig Blundell, Marco Minnemann, Chad Wackerman e Theo Travis] - jazzistas, metal, ambiente e por vezes pop que transformam as suas composições em enigmas verdadeiramente desconcertantes para o ouvido menos treinado. Oiça-se "Vermillioncore" para compreender aquilo a que me refiro.


Faixas:

1. My book of regrets (9:23)
2. Year of the Plague (4:15)
3. Hapiness III (4:31)
4. Sunday rain sets in (4:31)
5. Vermillioncore (5:09)
6. Don't hate me (9:34)


[o álbum no Youtube]

[imagens: Lasse Hoile]

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Colin Edwin em digressão com os Ork

Os Ork, projecto que junta o baixista dos Porcupine Tree, Colin Edwin, a Pat Mastelotto (King Crimson), Lorenzo Esposito (Obake) e Carmelo Pipitone, vão andar pela Europa a promover o seu primeiro disco, "Inflamed Rides". A banda tem para já várias datas marcadas para a Europa central - Alemanha, Austria, Bélgica, Holanda... -, ainda longe de Portugal.

Recorde-se que Edwin editou recentemente um outro disco, com Pat Mastelotto, "Brilliant Waves".



sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O concerto dos The Aristocrats em Lisboa

Foto do blog Last Chance To Evacuate Planet Earth Before It Is Recycled
Foi um concerto "fantabulástico"!

Primeiro uma longa espera para entrar no RCA Club e atravessar o detector de metais. Os metaleiros conseguiram entrar todos. Havia gente de todos os feitios, desde a malta dos referidos metais como aos dos plásticos e das borrachas, e de todas as idades adultas. Um porco. Uma galinha. Mulheres, poucas, a maioria arrastadas. Um club cheio de fãs e estudantes de boa e estranha música. Dois indivíduos ao fundo a beber água! Os Tres Caballeros começam a tocar e um dos que tem uma água na mão acha que estão ainda a fazer um breve "sound check". Parecia mesmo! Mas estavam já a tocar já a sério. Contudo nunca pareceu sério. Foram irónicos e provocadores do início ao fim do concerto. Uma estranha e alegre música, de ritmos e melodias exóticas, perfeita para exorcizar a melancolia wilsiana de que Guthie e Marco deviam ainda padecer de outras tours.

Marco Minneman (Photo Credit: Jo Viana)

Assistimos a um descontraído concerto do melhor que a paixão pela música pode criar. Três músicos de excepção sem amarras formais, desafiadores, tecnicamente incríveis, a desfrutar do melhor que a vida pode oferecer. Não há palavras para descrever o talento de Guthrie Govan na guitarra, Marco Minneman na bateria é absolutamente incrível, e no baixo tocou Brian Beller - que eu desconhecia - consegue o feito de não se deixar eclipsar ao lado dos seus colegas. Sem dúvida três músicos de excepção e de vanguarda em cada um dos seus instrumentos.

O porco também esteve muito bem. A galinha é que não estava nas suas melhores noites.

Aqueles gajos podiam estar a tocar nas maiores salas de espectáculo do mundo, mas preferem tocar os três juntos e fugir de tornados enquanto viajam em tour numa "van" com limpa-vidros traseiro avariado, pois há coisas que não sei se são para se explicar, nem se a banda sabe dizer o porquê da existência da banda. Muito resumidamente, o concerto que assistirmos dos The Aristocrats no dia 18 de janeiro, no RCA Club, em Lisboa, foi um acto de amor e paixão pela música, na sua expressão mais alegre.

The Aristocrats, RCA Clube, Lisboa, por PandaPhoto*

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Collecting space

Não vou repetir o argumentário e por isso chego directo à conclusão final: o sr. Steven Wilson é, para mim, o músico. Por outras palavras, a música que faz sabe-me a perfeição sonora, abre-me uma janela para as paisagens mais belas que a arte pode proporcionar a um ser humano neste mundo.

Este "Collecting space" pertence à lista de faixas suplementares da edição especial do disco "Insurgentes", o primeiro LP a solo de Steven Wilson. É uma faixa sublime, que foi originalmente criada durante a gravação de um disco do projecto Porcupine Tree. Triste, como são todas as faixas criadas por Steven Wilson. Nela chamou-me a atenção o solo que se pode ouvir a partir dos 2 minutos e 30 segundos. Não me restam grandes dúvidas de que se trata da guitarra do sr. Wilson, embora soe a erhu, o violino tradicional chinês [1], instrumento símbolo da música tradicional daquele país. De resto a sonoridade asiática em "Collecting space" é assegurada pela utilização de um koto japonês, tocado no álbum por Michiyo Yagi [2]. Uma faixa do outro mundo, digo eu. Um mistério que não quero resolver.



Notas:
[1] Erhu [Wikipédia].
[2] Michiyo Yagi, Youtube.

Os "The Aristocrats" estarão em Lisboa na próxima 2ª feira

Quem em Setembro não satisfez o desejo de ver actuar com Steven Wilson os habituais membros da sua banda Guthrie Govan e Marco Minnemann terá a oportunidade para se desforrar na próxima segunda-feira. É que os "The Aristocrats", banda que junta estes dois músicos ao baixista Bryan Beller, estará no RCA Club (na zona de Alvalade, em Lisboa) para um concerto inserido na digressão recentemente iniciada.

A não perder.



sexta-feira, 20 de novembro de 2015

iamthemorning

Enquanto os Porcupine Tree não se decidem a fazer nova aparição, para grande alegria dos muitos fãs que em todo o mundo aguardam por um novo albúm e, sobretudo, por uma nova digressão, os membros da banda vão fazendo regulares aparições em projectos musicais de grande interesse, como este "iamthemorning". Vale a pena conhecer.


Time for a little update on our future album!Those of you who read our @themorningband twitter already know that Gavin...
Publicado por Iamthemorning em Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015



THE MUTE GODS - Do Nothing Till You Hear From Me

O baixista e o anterior baterista de Steven Wilson estão prestes a lançar um novo álbum de nova banda. São eles Nick Beggs e Marco Minnemann, respectivamente. Contudo é Nick Beggs o principal autor das músicas, tal como o site da banda esclarece logo à na primeira página:
The Mute Gods were conceived by Nick Beggs as an outlet for his writing during a period of extensive touring with Steve Hackett and Steven Wilson. The material was written and recorded in countless hotel rooms/back stage areas and dressing rooms around the world between 2013 and 2015.
Saiu agora a primeira faixa em vídeo. O riff de baixo evidencia-se de imediato. Vamos lá ouvir:



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Steven Wilson em gravações com Craig Blundell

Craig Blundell revelou há poucas horas o seguinte:
"Genuinely delighted to say I'm recording drums with Steven Wilson today....very proud"
A revelação no facebook não resultou em mais informação, somente especulações na caixa de comentários por parte dos fãs.

Pessoalmente, agrada-me muito saber que Craig Blundell está a gravar com Steven Wilson. É um baterista muito diferente de Marco Minnemann e ainda mais de Gavin Harrison. Muito mais rock clássico e menos jazzístico, se é que assim posso caracterizar o estilo, possuidor de uma batida fortíssima que me parece mais adequada para a música mais pesada de Wilson. Estou muito curioso para ouvir os resultados da nova bateria nas próximas gravações.

Isto é motivo para deixar aqui este vídeo gravado num sound-check durante a última tour. Senhoras e Senhores, Craig Blundell:



sexta-feira, 2 de outubro de 2015

No fim de uma digressão fantástica.

Steven Wilson publicou na sua página oficial no Facebook um pequeno texto sobre a digressão europeia que agora termina. Nessa nota revela duas novidades importantes: a primeira diz respeito a um "mini-álbum" que sairá com materiais desenvolvidos durante a gravação do último disco, "Hand.Cannot.Erase.", e que incluirá a faixa "My Book of Regrets", apresentada ao vivo em alguns dos últimos espectáculos (infelizmente ficou de fora do alinhamento do concerto de Lisboa); a segundo diz respeito à edição de um documento vídeo relativo aos performances ao vivo da sua banda, na era "HCE" ("Hand.Cannot.Erase.").

Venham o disco e o registo vídeo.

Fotografia: Miles Skarin - Crystal Spotlight

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

"A lovely selection of photos"



Here is a lovely selection of photos taken by Camila Jurado Photography and Crystal Spotlight across both shows at the Royal Albert Hall earlier this week.
Posted by Steven Wilson on Quinta-feira, 1 de Outubro de 2015